Peter Ustinov
4 Maio, 2009 | Categorias: Biografias | Comentar


Peter Ustinov (1921-2004)- Petrus Alexander von Ustinov - nasceu em Londres a 16 de Abril de 1921. Filho de um jornalista de origem russa e de uma pintora descendente de franceses, a sua primeira exibição, aos dois anos de idade, foi uma imitação do então Primeiro ministro Lloyd George. Abandonou a escola, mais interessado em escrever peças de teatro, e foi estudar artes dramáticas no London Theater Studio antes de estrear como actor, aos 17 anos, fazendo o papel de um velho
Na sua estreia no palco em Londres, Peter Ustinov fez o público e os críticos rirem até às lágrimas. Comediante nato, adorava contar piadas nas festas que frequentava. Mas Ustinov provou ser um dramaturgo de valor. Além de actuar em mais de 70 filmes, publicou mais de 20 livros. Sua autobiografia “Dear Me”(1977), vendeu um milhão de exemplares.
Em pouco tempo passou a ser reconhecido como um dos actores mais versáteis do teatro e do cinema britânico e americano. Seu papel como Nero, em “Quo Vadis” (1951), lhe valeu uma primeira indicação ao Oscar. Recebeu duas estatuetas de melhor actor coadjuvante em “Spartacus” de Stanley Kubrick (1960) e em “Topkapi” (1964). Entre os filmes com os quais se destacou estão “Lola Montés” (1955) e “We’re No Angels” (1955). Ustinov também marcou sua carreira ao interpretar no cinema e na televisão o detective belga Hércules Poirot, criado pela escritora Agatha Christie.
Suas peças de teatro, entre elas “Romanoff and Juliet” (de 1955, filmada em 1961), foram encenadas em Londres e Nova York, e sua assinatura como director de cinema está em filmes como “Billy Budd” (1962) e “Lady L” (1965), com Sophia Loren e Paul Newman. Ustinov escreveu quase todos os filmes que dirigiu e, em 1969, foi candidato a um Oscar de melhor roteiro por “Hot Millions”. Além de romances como “Krumnagel” (1971) e “Monsieur René” (1999), Ustinov escreveu um ensaio histórico, “My Russia” (1983).
O actor e dramaturgo foi ainda embaixador da UNICEF por mais de30 anos. Em 1990, a rainha Elisabeth II concedeu a Peter Ustinov o título de Cavaleiro da Ordem do Império Britânico. Em 1993, ele recebeu a medalha do UNICEF pelos seus serviços humanitários.Morreu na Suíça, aos 82 anos.
Filmografia de Peter Ustinov
4 Maio, 2009 | Categorias: Filmografias | Comentar

E Um dos Nossos Aviões Não Regressou/One of Our Aircraft Is Missing
Inglaterra/1942/Guerra/102′
Realizadores: Michael Powell e Emeric Pressburger
Elenco: Peter Ustinov, Godfrey Tearle, Eric Portman, Hugh Williams, Bernard Miles
Sinopse: Um bombardeio da Força Aérea Inglesa, em missão nocturna, é abatido em território holandês ocupado pelos nazis. A tripulação sobrevive, mas enfrenta uma perigosa jornada para voltar a Inglaterra sã e salva.
Prémios: Recebeu duas nomeações aos Óscares nas categorias de Melhor Argumento Original, Michael Powell e Emeric Pressburger e Melhores Efeitos Especiais, Ronald Neame e C.C. Stevens.
Holly Hunter
2 Maio, 2009 | Categorias: Biografias | 1 Comentário


Holly Hunter é “a Katharine Hepburn dos anos 1999″, como lhe chama Spielberg. É arrojada, energética e frenética, mas ninguém a imaginava no papel de uma muda escocesa e mulher vitoriana a cometer adultério durante os primeiros anos da colonização da Nova Zelândia.
“O Piano” (1993), drama erótico de Jane Campion, uma realizadora do país dos kiwis, revelou ao mundo do cinema a mais bela expressão dramática de Holly Hunter, no papel de Ada McGraph, surda-muda que exprime as suas emoções com a intensidade da música.
Nascida em Conyers, na Geórgia, a 2 de Fevereiro de 1952, a actriz americana já antes marcava o seu talento em obras menores, quase sempre comédias. Ainda muito jovem, mudou-se para Nova Iorque, à procura de uma oportunidade de uma carreira. Estudou Arte Dramática e teve os seus primeiros papéis em peças encenadas na Broadway. Em 1981, estreou-se no cinema, com um desempenho secundário num filme fraquinho de terror “Chamas da Morte” (1981), a que se seguiram mais alguns papéis menores.
Conseguiu o seu primeiro trabalho de algum destaque em 1987. Ao lado de Nicolas Cage, formou o casal trapalhão e desventurado que rapta um bebé, em “Arizona Júnior” (1987), comédia dos irmãos Coen. Nesse mesmo ano, recebeu uma nomeação para os Óscares de melhor actriz, pelo papel de “workaholic” produtora de televisão em “Edição Especial).
De seguida, trabalhou sob a direcção de Steven Spielberg em “Sempre” (1989), filme no qual a actriz encarna a figura de uma mulher perseguida pelo fantasma do seu marido, um piloto-aviador (Richard Dreyfuss).
Nesse mesmo ano de 1989, Hunter recebeu um Emmy, prémio para um dos seus melhores papéis em televisão em “Roevs Wade”, é a mulher grávida que se defronta com a ilegalidade do aborto na América.
A consagração da actriz chegou em 1993 através da sua espantosa interpretação em “O Piano”. Faz o papel de uma mulher, a surda-muda Ada, que chega à Nova Zelândia para casar com um homem (Sam Neill) e que acaba por ser amante de outro (Harvey Keitel). O resultado é uma sucessão estonteante de amor e de ódio.
A actriz empenhou-se de tal forma no filme, que viveu de igual maneira que a sua personagem, que dispensou duplas para as cenas de sexo. “As cenas de amor em O Piano são tão essenciais para a história que, se não existissem, o filme não tinha razão de ser. Se não fosse eu a fazê-las, nem valia a pena entrar no filme”, explicou Holly Hunter.
Filmografia de Holly Hunter
2 Maio, 2009 | Categorias: Filmografias | Comentar

Chamas da Morte/The Burning
EUA/1981/Terror/90′
Realizador: Tony Maylam
Elenco: Holly Hunter, Brian Matthews, Leah Ayres, Brian Backer
Sinopse: Uns jovens são atacados, durante uma excursão, por um assassino deformado que procura vingar-se do líder do grupo, um dos causadores do seu acidente e das suas queimaduras.
Mark Wahlberg
23 Abril, 2009 | Categorias: Biografias | 1 Comentário


Mark Wahlberg é um dos melhores exemplos do jovem que deu a volta por cima em Hollywood. Com cinco irmãos e três irmãs, nasceu aparentemente destinado a algum gueto. Largou a escola e foi condenado por pequenos delitos quando adolescente.
O seu irmão Donnie, dois anos mais velho, era um dos membros dos ”New Kids on The Block”, a boy band à lá ”Backstreet Boys” do começo da década de 90. Isso ajudou-o a lançar dois discos com o pseudónimo ”Marky Mark”, acompanhado do seu grupo, o ”Funky Bunch”. No mesmo ano do lançamento do seu segundo álbum, um disco dançante, meio rap, meio pop, com tons de Vanilla Ice da nova era, Marky Mark, que sempre exibiu o abdômen definido e lançou a moda de deixar a cueca aparecer, virou modelo da Calvin Klein numa das suas campanhas mais famosas. Era o começo definitivo de uma carreira de muito dinheiro, mas ainda inexpressiva e fraca artisticamente.
Em 1993, Wahlberg, ainda sob o nome Marky Mark, lança um vídeo de culturismo, bem no estilo Jane Fonda. O filme sintetiza o que era Wahlberg no começo da década: um rapaz branco, forte, modelo, que imitava malandros com trejeitos da cultura negra e que era associado pelos médias a fracassos como Vanilla Ice e Milli Vanilli. Depressa seria esquecido.
Mark Wahlberg realmente desapareceu, mas não por muito tempo. Em 1994, aparentemente destinado a levar a carreira de actor a sério (participou de duas produções pequenas, feitas para vídeo, em 1991 e 1993 nos EUA), Mark Wahlberg surgia para a indústria em “Um Novo Homem”, comédia com Danny DeVito em que interpretava um entre muitos soldados de um batalhão. No ano seguinte um projecto mais sério ajudou a engrossar o currículo de Wahlberg. Ao lado de Leonardo DiCaprio (ainda em ascensão, mas já protagonista), interpreta um jogador de basquetebol viciado em “Grito de Revolta”. Mostrou potencial para temáticas mais sérias.
Em seguida esteve no suspense “O Medo”, no qual faz o papel de um rapaz aparentemente pacato, educado e romântico - que conquista o coração da jovem vivida por Reese Witherspoon -, mas que se revela um psicopata.
Mas só no ano seguinte o mundo (re)descobriria Wahlberg, com a polémica produção “Boogie Nights - Prazer Sem Limites”. Estrela do filme, Wahlberg interpreta um actor porno que faz grande sucesso entre as décadas de 70 e 80, mas o donheiro leva-o para o submundo das drogas. A produção, que revelou também o talento do seu realizador e argumentista, Paul Thomas Anderson, e revitalizou o veterano Burt Reynolds, recebeu 3 nomeações aos Óscares.
Wahlberg foi esperto e usou bem a atenção dos médias que recebeu (talvez nem tanto pelo talento e mais pela polémica). Depois de uma comédia/acção/adolescente muito compentente, ”Equipa Mortal”, e um filme de acção sério que não teve êxito, “O Corruptor”, participou de “Três Reis”. O filme, um dos melhores de 1999, com o seu humor negro, sarcasmo e uma realidade tão absurda que até pode ser verdadeira, passa-se durante um episódio de roubo de ouro em plena guerra do golfo. Tornou-se grande amigo de George Clooney, a estrela da produção. Foi Clooney que o convidou (e garantiu para os produtores que Wahlberg funcionaria no papel) a fazer parte de “A Tempestade”, uma das maiores bilheteiras do ano de 2000.
Escolhido por Tim Burton como o astronauta e herói de “Planeta dos Macacos”, Wahlberg, pela primeira vez, é a estrela do elenco de um grande sucesso. O filme foi um dos maiores sucessos do ano. Wahlberg estaria ainda em mais dois projectos em 2001: “Rock Star”, em que é um groupie que conquista o sonho de cantar na sua banda predileta (ao estilo ”Quase Famoso”, mas com mais humor) e “A Verdade Sobre de Charlie”, do realizador Jonathan Demme (de ”O Silêncio dos Inocentes”).
Os filmes e o sucesso actual de Wahlberg são prova de que é muito arriscado fazer um julgamento precipitado sobre o destino de qualquer nome que surja em Hollywood, ainda que esse nome seja dos mais imprevisíveis. Wahlberg provou para todo mundo que sabe aonde quer chegar. E, por mais improvável que pudesse parecer, o jovem chegou muito longe em 2007 ao ser nomeado para os Óscares como melhor actor secundário por “Departamento - Entre Inimigos”. Como não ganhou dessa vez, é certo dizer que Mark Wahlberg ainda prepara muitas surpresas.
Filmografia de Mark Wahlberg
23 Abril, 2009 | Categorias: Filmografias | 1 Comentário

Um Novo Homem/Renaissance Man
EUA/1994/Comédia/129′
Realizador: Penny Marshall
Elenco: Mark Wahlberg, Danny DeVito, Gregory Hines, James Remar
Sinopse: Danny DeVito é Bill Rago, um publicitário em crise que acaba de perder o emprego. O novo trabalho que consegue é como instrutor numa base do exército, onde deve ensinar jovens recrutas a interpretar textos, usar o raciocício e fazer uma análise crítica sobre o que lêem. Depois de muito esforço sem conseguir despertar o interesse dos alunos, ele decide usar Shakespeare. E finalmente conquista os seus alunos, que transformam Hamlet num musical rap.
Emily Blunt
21 Abril, 2009 | Categorias: Biografias | 1 Comentário


Emily Olivia L. Blunt nasceu em Londres, 23 de Fevereiro de 1983. Emily, além de actriz, toca violoncello, canta e faz equitação.
Emily Blunt, estreou nos palcos contracenando com Judi Dench, na produção de Sir Peter Hall para The Royal Family no Haymarket Theatre Royal. O seu desempenho na peça deu-lhe o Evening Standard Award como Melhor Actriz Revelação. Logo após, estreou numa produção premiada de Richard Eyre no National Theatre, e em Romeu e Julieta.
Na televisão, Emily contracenou com Bill Nighy e Miranda Richardson em Gideon’s Daughter e The Strange Case of Sherlock Holmes & Arthur Conan Doyle, da BBC, e em Empire da ABC. Interpretou com Catherine Howard, contracenando com Ray Winstone, na minissérie de Pete Travis Henry VIII (Masterpiece Theatre), ao lado de Alex Kingston em Boudica, de Bill Anderson, e contracenou com David Suchet interpretando Hercule Poirot de Agatha Christie.Trabalhou, ainda, na refilmagem de Andy Wilson de Morte no Nilo (da A&E).
Ao actuar no filme “Meu Amor de Verão” (My Summer of Love), interpretando a jovem Tamsin, mostra os seus dons para música, tocando “O Cisne” de Saint-Saens no vioncello. O filme foi nomeado ao Bafta de 2004.
Em 2006, ao lado de Susan Sarandon e Sam Neil, estreou no filme Identidade Roubada (”Irresistible”) como Mara.
Ficou conhecida em Hollywood em 2006 ao no filme “O Diabo Veste Prada”, no papel da arrogante assistente de Miranda Priestly, Emily Charlton, contracenando com Meryl Streep e Anne Hathaway.
Ganhou, em 2005 o Globo de Ouro como melhor actriz secundária com seu papel de Natasha em A Filha de Gideon.
E em 2007, apresentou o Óscar de Melhor Figurino ao lado de Anne Hathaway.
No filme Estrada Maldita (”Wind Chill”), interpreta o papel principal de uma jovem que resolve arranjar uma boleia com um colega da faculdade, mas que acaba por sair tudo de uma forma inesperada.
Em Dan In The Real Life, Emily actua ao lado de grandes nome como Steve Carrel e Juliette Binoche.
No filme The Jane Austen Book Club, Emily interpreta uma jovem professora de francês, Prudie Drummond.
Emily Blunt, actualmente namora com o cantor Michael Bublé.


